# Case — agentes de WhatsApp em saúde e segurança do trabalho

> Dois agentes dentro dos grupos que a equipe já usava coletam o relato de campo, classificam por
> tipo de ocorrência e organizam para consulta posterior. Caso contado por segmento, sem identificar
> a empresa cliente.

## A situação

Quem está em campo relata o que vê pelo canal que já tem na mão: o grupo de WhatsApp da equipe. Isso
funciona para avisar e falha para tudo o mais. O relato desce na conversa, se mistura com combinação
de horário e foto de almoço, e some.

O custo aparece depois. Quando alguém pergunta quantas ocorrências daquele tipo houve no trimestre,
ou em qual frente o mesmo problema se repete, a resposta exigiria rolar meses de conversa. Na
prática ninguém rola: a pergunta deixa de ser feita, e a operação perde a base de dado que já estava
produzindo de graça.

## O que foi construído

1. **Coleta no canal onde o relato já nasce.** Os agentes ficam dentro dos grupos de WhatsApp que a equipe já usa. Ninguém precisa abrir aplicativo novo nem preencher formulário, que é a razão pela qual sistemas de registro em campo costumam ser abandonados na segunda semana.
2. **Classificação por tipo de ocorrência.** O relato que chega em linguagem solta é enquadrado por tipo, o que transforma mensagem avulsa em registro comparável.
3. **Organização para consulta posterior.** O que foi coletado fica consultável por tipo e por período, em vez de preso na ordem cronológica da conversa.

## O que mudou

A equipe de campo não mudou de comportamento, e esse é o ponto do desenho. O canal continua sendo o
grupo e o relato continua sendo escrito do jeito que a pessoa escreve. O que passou a existir é a
camada que lê aquilo e organiza. O mesmo esforço que já era feito passou a alimentar uma base.

Outros casos: https://ybatecnologia.com.br/cases
