# Case — o relatório mensal montado à mão virou planilha que se atualiza sozinha

> Excel e Google Sheets. A rotina de exportar, colar, conferir e formatar saiu do caminho.

## A situação

O relatório mensal existia e era bom. O problema era como ele nascia: alguém exportava a base,
colava numa planilha, conferia, ajustava fórmula quebrada, formatava e enviava. Todo mês, do começo.

Trabalho assim tem dois custos, e o segundo é maior. O primeiro são as horas. O segundo é que essas
horas saem de uma pessoa contratada para ler o número, não para montar a tabela. O mês de análise se
comprime nos dias que sobram depois da montagem.

## O que foi construído

1. **Estrutura ligada à origem do dado.** A planilha deixou de receber cópia e passou a se alimentar da base, com o caminho do dado documentado.
2. **Cálculo automatizado.** As regras aplicadas à mão viraram fórmula e automação, com o mesmo resultado e sem chance de alguém pular uma etapa numa semana corrida.
3. **Formatação e saída prontas.** O relatório sai no formato de entrega, sem passo de montagem no fim.

## O que mudou

O relatório passou a refletir a base sem ninguém remontar nada. As horas que iam para montagem
voltaram para a interpretação do número.

Este é também o caso que explica quando Business Intelligence ainda não é necessário. Com uma fonte
de dado só e um relatório recorrente, planilha automatizada resolve por R$ 3 mil a R$ 10 mil. BI
vira o passo seguinte quando as fontes se multiplicam:
https://ybatecnologia.com.br/business-intelligence

Outros casos: https://ybatecnologia.com.br/cases
